Em campanhas como a volta às aulas, a logística deixa de ser uma engrenagem silenciosa e passa a ocupar o centro da experiência do cliente. Mochilas que não chegam a tempo, cadernos incompletos, pedidos duplicados ou entregas falhadas não são apenas problemas operacionais: são atritos logísticos na sua máxima expressão.
Ao contrário de outros picos sazonais, o retorno às aulas tem uma particularidade fundamental: não admite segundas oportunidades. Um atraso de 48 horas pode tornar toda a compra irrelevante. Por isso, reduzir o atrito logístico no varejo nesse período não é apenas uma questão de eficiência, mas de sobrevivência comercial.
Quando se fala em atrito logístico, normalmente pensa-se em atrasos ou entregas falhadas. Mas em campanhas de alta demanda, como o regresso às aulas, o atrito surge muito antes e em mais pontos do processo:
O atrito logístico no varejo não é um evento pontual: é a soma de microfalhas encadeadas que acabam impactando os custos, a reputação e a experiência do cliente.
Aqui surge o primeiro ponto de originalidade que muitas estratégias ignoram: o atrito nem sempre é visível para o cliente, mas quase sempre se origina dentro da operação.
Um erro comum é atribuir o caos logístico do retorno às aulas apenas ao aumento dos pedidos. No entanto, a demanda é previsível. O imprevisível geralmente é a capacidade real de execução.
As organizações que sofrem maior atrito logístico no varejo compartilham três padrões:
Planejamento baseado em médias, não em cenários.
Decisões manuais que escalam mal quando o volume se multiplica.
Falta de um “cérebro operacional” que conecte pedidos, frota, promessas e clientes.
Aquí es donde la tecnología deja de ser un soporte y pasa a ser una ventaja competitiva.
Esta é uma abordagem pouco explorada nos conteúdos tradicionais: não se trata de criar uma operação perfeita, mas sim uma operação antifrágil.
Em campanhas de volta às aulas, os erros vão ocorrer. A diferença está em como o sistema os absorve sem agravar o problema.
A tecnologia permite:
Reduzir o atrito logístico no varejo não significa evitar erros, mas sim evitar o retrabalho.
Outro ponto pouco abordado: a maioria das reclamações no retorno às aulas não se origina porque o pedido não chega, mas porque o cliente não sabe o que está acontecendo.
A tecnologia aplicada à logística permite:
Quando todos consultam a mesma fonte de verdade, o atrito logístico no varejo é reduzido, mesmo quando ocorrem incidentes.
Há um impacto que raramente é mencionado em artigos sobre o retorno às aulas: o desgaste interno.
Reprocessos, chamadas cruzadas, planilhas paralelas e decisões urgentes geram:
A tecnologia não apenas otimiza as entregas: ela protege as equipes nos momentos de maior pressão.
Uma abordagem tecnológica moderna permite atacar o atrito em três camadas:
Antes da expedição: Planejamento inteligente, promessas realistas e alocação automática de recursos.
Durante a entrega: Otimização dinâmica, rastreabilidade em tempo real e capacidade de reação.
Após a entrega: Análise de desvios, aprendizado automático e melhoria contínua para a próxima campanha.
La diferencia no está en hacer más rápido lo mismo, sino en hacer menos veces lo incorrecto.
As empresas que melhor lidam com o retorno às aulas não veem isso apenas como uma campanha comercial, mas como um teste de estresse controlado.
Tudo o que não funciona em março dificilmente funcionará em eventos ainda mais exigentes, como o Cyber ou o Natal.
Reduzir o atrito logístico do varejo no retorno às aulas é, na verdade, preparar a operação para o ano todo.
Na Drivin, entendemos que a logística não deve ser uma fonte de estresse nem para as equipes nem para os clientes. Quando a operação conta com tecnologia que conecta planejamento, execução e visibilidade, o atrito logístico deixa de ser um problema recorrente e se torna uma oportunidade de melhoria contínua.
Um TMS permite antecipar picos de demanda, tomar decisões com dados em tempo real e manter promessas de entrega alinhadas com a capacidade real da operação. Não se trata apenas de movimentar pedidos, mas de construir experiências confiáveis, mesmo nos períodos mais exigentes, como o retorno às aulas.
Reduzir o atrito logístico no varejo é, em definitiva, avançar em direção a uma logística mais inteligente, mais humana e preparada para crescer.