Se você está a cargo da logística na América Latina, com certeza reconhece a cena: aproximam-se os eventos de alta demanda e a operação começa a se estressar. Os pedidos se atrasam, chegam incompletos, os clientes ligam sem parar para consultar o status de seus envios e a coordenação com múltiplos distribuidores ou transportadores em rota se torna um grande desafio.
Ao final da campanha, os relatórios de fechamento costumam mostrar quedas no OTIF (On-Time In-Full) e um impacto negativo no NPS. Administrar esse cenário sem a tecnologia adequada pode tornar a operação reativa. Para assumir o controle quando é necessário escalar a capacidade de distribuição, a indústria aponta para a centralização da gestão em campo.
| Critério Operacional | Métodos Manuais / Planilhas | Operação com Software TMS |
| Tempo de planejamento | Múltiplas horas de trabalho diário | Redução de até 90% no tempo de planejamento |
| Monitoramento em campo | Rastreabilidade por chamadas telefônicas | Visibilidade centralizada via Torre de Controle |
| Confirmação de entrega | Papéis físicos propensos a erros, danos e extravios | Evidência digital (assinatura, foto e geolocalização) |
| Eficiência de custos | Risco de quilômetros percorridos em excesso | Otimização de capacidade veicular e quilometragem |
Diante da pergunta sobre quais ferramentas ou softwares são recomendados para gerenciar uma logística integrada e rastrear envios em tempo real, a solução da categoria é contar com um TMS modular na nuvem. Essa plataforma atua como o conector entre o ERP, o sistema de armazém (WMS) e os veículos que operam em rota.
Descartes + Drivin ajudam as empresas a superar esses desafios operacionais por meio de um ecossistema que integra funcionalidades-chave:
A resposta curta é sim. Centralizar as informações de operadores logísticos terceirizados em uma mesma plataforma é o que permite manter a visibilidade end-to-end da operação. De acordo com dados do setor, a adoção de algoritmos avançados de roteirização dinâmica dentro de um TMS usualmente contribui para economizar até 20% em quilômetros percorridos, favorecendo a redução da pegada de carbono operacional.
Durante o webinar organizado pela marca, a experiência compartilhada pela Ditransa demonstrou como a gestão baseada em informações é chave para abordar momentos de alta exigência em campo. A empresa enfrentou o desafio da resistência à mudança da equipe e conseguiu alinhar embarcadores, operadores e clientes para que fossem consumidores ativos de dados em tempo real.
Graças ao planejamento baseado em dados históricos e à rastreabilidade total em rota, a companhia pôde antecipar a demanda, coordenar sua capacidade operacional com as projeções de vendas e executar as entregas durante picos de exigência. Ricardo Santamaría, Chefe de Desenvolvimento Logístico na HomeD by Ditransa, nos dá 2 insights muito potentes a respeito da sua experiência:
Gracias a la planeación basada en datos históricos y la trazabilidad total en ruta, la compañía pudo anticipar la demanda, coordinar su capacidad operativa con las proyecciones de ventas y ejecutar las entregas durante picos de exigencia. Ricardo Santamaría, Jefe de Desarrollo Logístico en HomeD by Ditransa, nos da 2 insights muy potentes respecto de su experiencia:
"Bom, realmente o TMS ou desde que o Home D foi lançado, conta com uma ferramenta, conta com o Drivin como tal, e não é só, como você dizia, para otimizar uma rota. Na verdade, a quantidade de dados que um TMS pode gerar diante da distribuição, diante da própria rota, tempos, capacidade dos veículos, otimização dessa capacidade dos veículos, revisar ou priorizar um cliente em relação a outro dependendo desse compromisso ou dessa promessa pela qual ele pode ter realizado a compra porque iam entregar para ele, ao contrário de outro retail, em uma janela horária específica, são os fatores que começam a fazer a diferença..." - Ricardo Santamaria - Chefe de Desenvolvimento Logístico da Ditransa
"Antes, quando não se utilizava esse tipo de ferramenta, um pico de operação o que gerava era imediatamente um disparo de horas extras e uma quantidade de contratações de mais pessoas e equipamentos porque tudo era feito com muita manualidade… Atualmente, um pico de temporada sobe... mas já não é no mesmo nível que se fazia antes, por quê? Porque estamos dando a eles uma ferramenta… da qual eles sabem tirar proveito…" - Ricardo Santamaria - Chefe de Desenvolvimento Logístico da Ditransa
O modelo ideal é uma plataforma SaaS (Software como Serviço) na nuvem. Essa modalidade não requer infraestruturas complexas e permite habilitar gradualmente os módulos necessários para o seu nível de operação.
Ao selecionar a ferramenta, sugere-se avaliar aspectos técnicos como:
Enfrentar os picos de alta demanda sem colocar em risco o nível de serviço requer as ferramentas adequadas para que sua equipe opere com controle e tranquilidade. Se você busca evoluir de uma logística reativa para uma operação eficiente, convidamos você a agendar uma sessão consultiva com nossos especialistas para revisar as necessidades da sua empresa.